O setor de telecomunicações está diante de um divisor de águas. Em um cenário em que o mundo exige mais conectividade do que nunca, o crescimento do mercado segue tímido frente a outros segmentos da economia.
Os dados estão diante de nós. Mesmo com investimentos bilionários em infraestrutura (segundo a Conexis Brasil Digital, o setor investiu R$ 24,5 bilhões até setembro de 2024), a percepção de valor estagnou, tanto para o cliente quanto para o investidor.
Seu negócio está preparado para essa nova fase? Ou ainda segue operando como quem entrega só internet?
Crescimento limitado e retorno abaixo do esperado
A conectividade continua sendo essencial, mas o modelo tradicional de operação mostra sinais de saturação. Ou seja, de um lado, a demanda por conectividade só aumenta. Do outro, o setor de telecom enfrenta dificuldade para manter um ritmo de crescimento compatível com seu potencial, especialmente quando comparado a índices do mercado financeiro.
Enquanto outros segmentos escalam com base em recorrência, dados e valor agregado, grande parte dos provedores ainda atua com margens comprimidas e modelos de negócio que não foram redesenhados para capturar o valor real da conectividade.
A lógica da conectividade precisa mudar
O setor de telecomunicações por muito tempo operou baseado em expansão de rede e oferta de internet pura e simples. O foco era capilaridade, velocidade e preço. Porém, esse modelo já não responde às novas exigências do mercado.
Hoje, os clientes (pessoas físicas ou empresas) buscam experiências digitais completas, serviços agregados, segurança, suporte técnico de qualidade e soluções sob medida. Isso significa que vender conectividade, sozinha, já não sustenta o crescimento.
As empresas que seguem baseando sua estratégia apenas em infraestrutura correm o risco de se tornarem “commodities operacionais”. Já aquelas que evoluem para plataformas conseguem entregar valor real, aumentar o ticket médio e se manter relevantes em um mercado cada vez mais competitivo.
A boa notícia é que essa virada de chave não exige abandonar a operação atual. A demanda é por redirecionar o modelo para integrar conectividade com portfólio, atendimento e estratégia comercial.
Tirar o foco do produto e mergulhar no conceito de plataforma
Enquanto muitos ainda operam como “entregadores de internet”, o mercado já valoriza quem oferece soluções completas. Isso inclui atendimento consultivo, serviços de valor agregado (SVAs), cloud, segurança, mobilidade, inteligência de dados e apoio técnico especializado.
Dessa forma, essa transição da lógica de produto para a lógica de plataforma, na prática, significa:
- Reduzir a dependência da guerra de preços;
- Fidelizar clientes com base em valor, não apenas em contrato;
- Aumentar o ticket médio com soluções completas;
- Ter dados para decidir com mais clareza e escalar com mais precisão.
E, mais do que tudo, garantir uma operação que resista à pressão do mercado e evolua com ele.
O papel de uma parceria estratégica nesse novo ciclo
A maturidade do setor de telecomunicações exige uma nova postura dos provedores de internet. Isso não significa abrir mão do que já foi construído, mas sim dar um passo estratégico para ampliar resultados com mais apoio e visão de longo prazo.
Ao tornar seu provedor um sócio da Algar, uma empresa reconhecida nacionalmente com mais de 70 anos de experiência no setor, o provedor com mais de 7 mil clientes passa a contar com:
- Portfólio completo para mercado B2B e residencial
- Apoio em precificação, marketing e inteligência comercial
- Sistemas de gestão, governança e compliance
- Marca forte, com reconhecimento nacional
- Suporte contínuo em tecnologia e estratégia
Portanto, tudo isso em um modelo de parceria de dono para dono, onde as tarefas e as responsabilidade da gestão são compartilhadas. A nova fase das telecomunicações já começou. E ela não vai esperar.
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